Gráfico 29 – Percentual dos motivos que levaram as participantes a não procurarem atendimento médico quando necessitaram dele

* Dados referentes a 141 participantes que responderam a esta pergunta.

 

Dentre as entrevistadas, 2,13% (3) deixaram de procurar um médico porque não tinham dinheiro; 6,38% (9) deixaram de procurar um médico porque era um local de difícil acesso/distante; 2,84% (4) deixaram de procurar um médico porque havia incompatibilidade de horário; 11,35% (16) deixaram de procurar um médico por causa da demora de agendamento (fila) para consultas e exames; 9,22% (13) deixaram de procurar um médico por causa do desrespeito ao nome social; 11,35% (16) deixaram de procurar um médico por causa do preconceito/discriminação/violência contra a população trans; e 24,11% (34) deixaram de procurar um médico porque se automedicaram.

Com relação à automedicação, é importante que se considere que esta é recorrentemente usada como uma forma de evitar constrangimentos ao buscar atendimento médico. Muitas travestis e transexuais, dado o restrito acesso a saúde pública, acabam por consultar a internet, colegas ou a dona de casa onde residem a enfrentarem momentos discriminatórios e vexatórios.   

 

 

 

 

sobre-saude

                                                                                Realização

   Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT (NUH/UFMG)

Telefone: (31) 3409-6287

Endereço: Sala 2003 Fafich,

Universidade Federal de Minas Gerais

Av. Antônio Carlos, 6.627, Pampulha,

Belo Horizonte /MG, CEP : 31270-901 

 Facebook     Youtube